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segunda-feira, 4 de abril de 2016

O Supersticioso Botafoguense...





Nascido no Estácio, este Botafoguense que voz fala, vem relatar uma das características do Torcedor Botafoguense... Hoje, vamos falar um pouco do Supersticioso Botafoguense.

Vamos falar um pouco da história do Juninho, filho do saudoso Petrônio Ramos, que desde menino, conheceu o lado supersticioso de todo Botafoguense...

Coisas do tipo... Vamos com essa camisa, porque dá sorte, meu filho... vamos sentar neste lugar na arquibancada, pois desde que sentamos aqui... o Botafogo não perdeu...


Posso citar o meu grande amigo Marcos Dantas, o popular Marcão, que sempre gostava de ficar do meu lado na TJB, na parte de baixo da Torcida, próximo do placar eletrônico, pois segundo ele, dava sorte quando estávamos juntos no Arquibancada.


O Botafogo sempre foi supersticioso, pelo menos desde os tempos inacreditáveis do Biriba, das cortinas amarradas, dos alfinetes de casaco e de muitas outras tralhas que Carlito Rocha carregava nos bolsos.


Em 1989, Valdir Espinosa, confessou que nunca precisou apelar para um amuleto ou comportamento supersticioso em sua trajetória no futebol, mais bastou chegar no Glorioso, para essa história mudar... No Botafogo, era muito difícil não ser envolvido pelo tradicional ¨clima místico¨ no Clube... narrou Espinosa.


Te faço um desafio...Você já se pegou falando isto? Eu acho, que não devo assistir alguns jogos do Botafogo pela TV, pois assim ele perde e se ele perde o culpado sou eu! risos...


A Camisa 7 é considerada a mais importante da história do Botafogo. Com ela, no time de General Severiano, atuaram diversos jogadores que se destacaram tanto pelo alvinegro quanto pela Seleção Brasileira de Futebol. O primeiro jogador a utilizá-la foi o ponta Paraguaio em 1948, ano em que foi adotado a numeração das camisas do Clube. 


No final da década seguinte, Garrincha foi o responsável por imortalizá-la definitivamente com seus dribles e títulos. Ao deixar o time, o substituto de Garrincha como ídolo com a camisa 7 foi o fenomenal Jairzinho. Somos um Clube místico... com a mística da Camisa 7!!!


Onde isto foi selado definitivamente? Dia 21 de Junho de 1989, onde Maurício com a imortal Camisa 7, encerrou um jejum e deu início a uma nova era para uma geração de Botafoguenses.


Seis anos depois... tivemos a consolidação da mística da camisa 7, nos pés de Túlio Maravilha, artilheiro do Brasil nos anos de 94/95 e Campeão Brasileiro de 1995.

Formando uma nova geração de Botafoguenses!!!


Conclusão: Somos o Clube mais místico e supersticioso do mundo.

Petrônio Júnior

Canal do Glorioso.





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