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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Poupar para que?





O que podemos esperar do nosso elenco? Ontem, tivemos a prova viva da fragilidade dos nossos reservas.

Vamos para uma análise individual... Helton Leite, seguro em suas intervenções, salvou o Clube com defesas importantes. Luis Ricardo, criticado por muitos, teve uma atuação que não comprometeu, mais está longe do ideal... Jean, promessa da base... ficará na promessa... pois é fraco e burocrático.

Tenho esperanças no lateral direito Erick, que está no América emprestado, para uma maior expectativa no futuro... Já nossa zaga, formada com Emerson Silva e Renan Fonseca, mostrou momentos de insegurança contra o fraco Coruripe de Alagoas. Aliás, o Renan Fonseca, voltou muito mal, depois de sua lesão.

Vamos ao meio campo... O jovem Fernandes, deu algumas pixotadas, durante a partida, mais num todo, teve uma satisfatória atuação. Já Bruno Silva, teve uma atuação, bem abaixo das últimas partidas no Clube. Já os gringos, Gervásio Nuñez e Lizio, foram um capítulo a parte... tamanha mediocridade. Já devem estar, com ás malas prontas para seus respectivos países.

Já no ataque, tivemos uma noite para esquecer... Neilton, teve uma das suas piores atuações no Botafogo. Já Luiz Henrique, foi salvo pelo gol e pelo oportunismo. 

Finalizando, Diego e Leandrinho, entraram em campo e tiveram boa movimentação, sendo de Diego, o passe do gol de Luiz Henrique.

Conclusão: Podemos revelar. que o time era praticamente reserva, sem o entrosamento devido, com um gramado horrível devido ás chuvas... mais não justifica!!!

Nossos reservas, demonstraram nas quatro linhas, a deficiência técnica de um fraco elenco, que precisa e muito se reforçar para o Campeonato Brasileiro.

Petrônio Júnior
Canal do Glorioso.





terça-feira, 5 de abril de 2016

Resgatando personagens marcantes de nossa história... Com vocês... Willian Bacana.



Revivendo... mais um capítulo de nossa Gloriosa História!!!

Hoje, viemos estabelecer uma justiça... Qual o Botafoguense que não lembra do ano de 1993? Numa final emocionante, O Glorioso sagrou-se contra o Peñarol, O Título de Campeão da Taça Conmebol (Aliás, único Clube Carioca, Campeão Sul Americano no Maracanã).
Aproveitando a oportunidade, viemos homenagear um importante destaque daquela conquista... Falamos do Grande Willian Bacana, nosso Goleiro decisivo na cobrança dos pênaltis.
William Martins Sampaio, o Willian Bacana, nasceu no Rio de Janeiro, em 30 de Abril de 1968.
Parte integrante do elenco de 1993, Willian Bacana é torcedor do Botafogo. Sempre foi, desde garoto. E viveu uma enorme felicidade por ter se tornado profissional em 1988, justamente no seu clube de coração. Conquistou os Cariocas de 1989 e 1990, foi vice-campeão brasileiro de 92 e, como titular, foi herói da Copa Conmebol de 1993. 
Ainda assim, prefere dizer que não fez nada demais pelo clube, apenas seu trabalho dentro de um grupo com outros tantos atletas. A mágoa, no entanto, veio muito tempo depois. Ele afirma ter passado por um grande constrangimento na porta do clube há cerca de três anos, quando foi levar seu filho, então com nove anos, para conhecer a sede de General Severiano e um pouco da história do próprio pai. Mas foi impossível.
- Eu me identifiquei como ex-atleta e me impediram de entrar no clube. Isso me trouxe um sentimento muito forte. Se eu não fosse botafoguense, talvez não doesse tanto. Mas como eu fui criado lá, dói muito. Me magoou demais. Eu acho que o Botafogo ficou no meu passado e nem gosto de falar. Só de lembrar isso, eu sinto a sensação de vergonha daquele momento. Eu estava com meu filho. Por ele ainda ser pequeno, talvez não tenha entendido o que aconteceu - afirmou.
Final da Copa Sul-Americana (Conmebol)
BOTAFOGO 2x2 Peñarol (Uruguai) nos 90 minutos.
Gols: Eliel 7’ e Sinval 22’ (Botafogo); Bengoechea 35’ e Otero 90’ (Peñarol)
Disputa nas grandes penalidades: Botafogo 3x1, marcando Suélio, Perivaldo, André Santos (Botafogo) e Da Silva (Peñarol); desperdiçaram: Sinval (Botafogo), Ferreyra, Gutiérrez e De Los Santos (Peñarol)
Competição: Conmebol – Copa Sul-Americana (2º jogo da decisão)
Data: 30/09/1993
Local: Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Francisco Lamolina
Público: 45.000 (26.276 pagantes)
Renda: Cr$ 8.585.800,00
Botafogo: William Bacana; Perivaldo, André Santos, Cláudio Henrique e Clei (Eliomar); Nélson e Suélio; Eliel, Aléssio (Marcos Paulo), Sinval e Marcelo Costa. Técnico: Carlos Alberto Torres.
Peñarol: Rabajda; Tais, Gutiérrez, De Los Santos e Da Silva; Baltierra e Perdomo (Ferreira); Bengoechea (Rehermann), Dorta, Otero e Rodríguez. Técnico: Gregorio Pérez.
Fotografia dos Campeões da Taça Conmebol: Em pé da sua esquerda para direita: Ronaldo Torres, com a bola, ex-jogador do BFR nos anos 70 e 80, Nélson (capitão), André Santos, Perivaldo, Clei, Cláudio Henrique e Willian Bacana; agachados: Aléssio, Suélio, Eliel, Sinval e Marcelo Costa.
Foi sofrido... Ufa!!! Aos 45 minutos do Segundo tempo, quando estávamos com a mão na taça, numa desatenção de nossa defesa, tomamos um gol do Peñarol... Otero!!! Silêncio no Maracanã.
Naquela noite, lá estava eu, como de costume atrás do Gol na Torcida Jovem do Botafogo... Willian Bacana, lembro de uma cena marcante... os ingressos acabaram!!! Com isto, tiveram que abrir os portões para a massa alvinegra, que estava do lado de fora!!! No final, foi apoteótico!!! Você foi brilhante na disputa de pênaltis e nos consagramos campeões Sul Americanos.
Willian Bacana, Nós Torcedores... Jamais esquecemos de você!!! Receba esta singela homenagem de nossa Torcida.
Um Forte Abraço.
Petrônio Júnior.
Canal do Glorioso.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

O Supersticioso Botafoguense...





Nascido no Estácio, este Botafoguense que voz fala, vem relatar uma das características do Torcedor Botafoguense... Hoje, vamos falar um pouco do Supersticioso Botafoguense.

Vamos falar um pouco da história do Juninho, filho do saudoso Petrônio Ramos, que desde menino, conheceu o lado supersticioso de todo Botafoguense...

Coisas do tipo... Vamos com essa camisa, porque dá sorte, meu filho... vamos sentar neste lugar na arquibancada, pois desde que sentamos aqui... o Botafogo não perdeu...


Posso citar o meu grande amigo Marcos Dantas, o popular Marcão, que sempre gostava de ficar do meu lado na TJB, na parte de baixo da Torcida, próximo do placar eletrônico, pois segundo ele, dava sorte quando estávamos juntos no Arquibancada.


O Botafogo sempre foi supersticioso, pelo menos desde os tempos inacreditáveis do Biriba, das cortinas amarradas, dos alfinetes de casaco e de muitas outras tralhas que Carlito Rocha carregava nos bolsos.


Em 1989, Valdir Espinosa, confessou que nunca precisou apelar para um amuleto ou comportamento supersticioso em sua trajetória no futebol, mais bastou chegar no Glorioso, para essa história mudar... No Botafogo, era muito difícil não ser envolvido pelo tradicional ¨clima místico¨ no Clube... narrou Espinosa.


Te faço um desafio...Você já se pegou falando isto? Eu acho, que não devo assistir alguns jogos do Botafogo pela TV, pois assim ele perde e se ele perde o culpado sou eu! risos...


A Camisa 7 é considerada a mais importante da história do Botafogo. Com ela, no time de General Severiano, atuaram diversos jogadores que se destacaram tanto pelo alvinegro quanto pela Seleção Brasileira de Futebol. O primeiro jogador a utilizá-la foi o ponta Paraguaio em 1948, ano em que foi adotado a numeração das camisas do Clube. 


No final da década seguinte, Garrincha foi o responsável por imortalizá-la definitivamente com seus dribles e títulos. Ao deixar o time, o substituto de Garrincha como ídolo com a camisa 7 foi o fenomenal Jairzinho. Somos um Clube místico... com a mística da Camisa 7!!!


Onde isto foi selado definitivamente? Dia 21 de Junho de 1989, onde Maurício com a imortal Camisa 7, encerrou um jejum e deu início a uma nova era para uma geração de Botafoguenses.


Seis anos depois... tivemos a consolidação da mística da camisa 7, nos pés de Túlio Maravilha, artilheiro do Brasil nos anos de 94/95 e Campeão Brasileiro de 1995.

Formando uma nova geração de Botafoguenses!!!


Conclusão: Somos o Clube mais místico e supersticioso do mundo.

Petrônio Júnior

Canal do Glorioso.





sexta-feira, 1 de abril de 2016

Campeão ou não, és eterna paixão... A maior comoção e alegria num estádio de futebol em todos os tempos!!!

Dia 21 de Junho de 1989... Sou nascido em 1976 e frequento os estádios desde os três anos de idade. Já fui a inúmeros jogos do Botafogo, vi muitas decisões, todas marcantes!!! Mais na minha opinião, o título do Campeonato Carioca de 89, foi o mais marcante... na vida de milhões de Botafoguenses.

Na época, o Botafogo vivia uma fase negra em sua gloriosa história: estava há duas décadas sem erguer um troféu. Foi um período traumático para uma geração de torcedores. Aquele título simbolizou um verdadeiro divisor de águas na história do clube e marcou a minha vida. Naquele 21 de Junho de 1989, pude tirar, como grande parte da minha sofrida geração, um grito entalado da garganta. 

Quando o Mazolinha, penetrou pela esquerda e cruzou, por um momento... o meu coração acelerou, com a conclusão do Maurício, fique em êxtase, tomado por uma emoção jamais vivida em minha vida. Naquele dia, graças ao gol do Maurício, posso lhe dizer, que nascia uma nova identidade em minha vida, o prazer de gritar ao mundo e dizer com o orgulho... É CAMPEÃO!!! 

Foi uma noite mágica, inesquecível!!! Estava atrás do Gol, na também gloriosa Torcida Jovem do Botafogo. O Maracanã, estava lindo... anunciando um feito histórico, que estava por vir... 21 de Junho, 21 graus, 12 minutos do segundo tempo (Invertendo temos o 21), 21 anos depois... Gol do Maurício com a 7 do inesquecível Mané Garrincha, após cruzamento do Mazolinha, o camisa 14 (14 +7 = 21). Enfim, muitas coincidências para um só Clube!!!

Para mim, ser Botafoguense é ser um herói. O Clube não é maioria em nada, em nenhum setor de nossa sociedade. Ou seja, ninguém torce para o Botafogo por causa de títulos e conquistas... Ninguém torce para o Botafogo por conveniência, mais por paixão.

Nunca houve, na história do Futebol, um momento de tamanha emoção num estádio de futebol. Foram lágrimas de emoção... foram lágrimas de alegria, jamais vivida para muitos no Maracanã... Foi um grito de independência para milhões de Botafoguenses.

Uma faixa, simbolizou para sempre este inesquecível momento no Mário Filho... CAMPEÃO OU NÃO, ÉS ETERNA PAIXÃO!!!

Que venha o nosso maior rival... POIS O BICHO É CERTO!!!

Petrônio Júnior
Canal do Glorioso.